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Com o passar dos anos o projeto NF-e, em âmbito nacional, tem trazido ao contribuinte mais confiança quanto à integridade das informações transmitidas ao governo, ao julgar que possíveis erros de preenchimento da nota fiscal foram extintos. Essa premissa leva em conta que as diversas regras de negócio vêm sendo aplicadas pelos webservices no momento da transmissão da NF-e. Mas será que isso é o suficiente?
O auditor fiscal de NF-e foi criado para aumentar a confiabilidade no trato dos documentos eletrônicos, visando auxiliar os clientes a reduzir problemas e dificuldades com potenciais passivos fiscais. Este funciona integrado ao ERP, deixando-o ainda mais inteligente e proativo, eliminando os problemas antes que eles aconteçam de fato.

O módulo atua antes da emissão dos documentos fiscais (NF-e), permitindo validar os cálculos e apontando as inconsistências antes
mesmo de enviá-la ao servidor da Sefaz. Especialmente útil no caso de notas emitidas em contingência, ou de XML´s enviados por fornecedores.
Permite importar o X M L enviado por fornecedores, validando as regras fiscais e capturando os dados do emitente e produtos.
Com isso, aceleramos a entrada de dados, o que resulta na disponibilização dos produtos em estoque com uma maior brevidade, assegurando que os dados contidos no DANFE sejam capturados com total fidedignidade.
Promove a colaboração via portal técnico fiscal, que oferece um espaço específico para discussão das regras e problemas apontados
pelo Auditor a toda a comunidade de usuários da solução, consultores fiscais, contabilistas, etc..
Traduz mensagens pouco amigáveis, enviadas pelo validador da Sefaz, para mensagens de fácil entendimento para o usuário final ,dando maior sentido a exceção apresentada. Ao contrário do validador da Sefaz, que não aponta qual item da nota tem o problema, o Auditor Fiscal NF-e se preocupa com a precisão dos detalhes na hora de validar, apontando sua localização e a respectiva nota técnica que explica como a regra foi elaborada. Os servidores da Sefaz só acusam a falha, pois a documentação da regra está na NT (Nota Técnica), exigindo que o usuário recorra a contabilidade ou em pesquisas no acervo da Sefaz;